Numa nota enviada pela Secretaria de
Comunicação do partido, os petistas deliberaram o assunto numa reunião
ordinária no último sábado (13). E decidiram, de forma consensual, que
não aprovam a paralisação parcial da atividade, bem como são contra a
venda do matadouro.
“O diretório entende que qualquer
dessas medidas só trará prejuízo à população da cidade. Foi consenso no
Diretório que, só após a construção de um novo matadouro, o PT poderia
discutir a venda do atual, para que a sociedade não sofra as
consequências de animais abatidos clandestinamente”, informa a nota.
O partido deixa claro também que seus
dois representantes na Casa Plínio Amorim – vereadores Geraldo da
Acerola e Cristina Costa – seguirão a orientação partidária em relação
ao projeto de lei do Executivo que dispõe sobre a venda do equipamento,
ou mesmo a proibição do abate a bovinos. Ou seja: pela primeira vez,
nesta legislatura, o PT não deve dizer amém a Lóssio. (blog do carlos brito)
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