Em agosto do ano passado, a Polícia Federal divulgou o encerramento da investigação e indiciamento do parlamentar. Na época, o advogado de defesa, João Daniel Jacobina, informou que aguardaria o Ministério Público Federal se manifestar sobre o caso. Em abril de 2012, mandados de busca e apreensão foram cumpridos no gabinete do deputado, no SAC de Juazeiro e na casa do pedetista, localizada no mesmo município.
Segundo a PF, Roberto Carlos mantinha oito funcionários fantasmas, que receberiam entre R$ 3 mil e R$ 8 mil na folha de pagamento e transfeririam parte dos valores para a conta do deputado e de parentes. Contatado pelo Bahia Notícias nesta quarta-feira (28), o advogado do legislador disse que ainda não recebeu notificação sobre a denúncia e que apresentará defesa assim que for acionado. FONTE: BAHIA NOTICIA
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