O governador relembrou de alguns casos
políticos, a exemplo das vitórias do ex-presidente Lula em 2006, da
presidente Dilma em 2010, quando muitos a chamaram de inelegível, e de
seu afilhado político, o prefeito do Recife Geraldo Julio (PSB), quando
as primeiras pesquisas não sinalizavam para a vitória do socialista. “A
pesquisa demonstra o que ela sempre demonstrou. Se vai haver espaço ou
não no debate eleitoral de 2014 nós só vamos saber quando 2014 chegar
porque as circunstâncias de 2014 não estão dadas ainda”, afirmou
Eduardo.
Tomando como base os casos políticos em
que muitos candidatos dormiram eleitos e acordaram derrotados nas urnas,
o governador disse que era melhor a presidente e seus aliados terem
tranquilidade para esperar as circunstâncias serem colocadas “para
ninguém chorar derrota antes da hora porque a hora da definição é
exatamente quando o povo entra no campo da eleição”, afirmou o
socialista, numa crítica indireta à euforia dos petistas diante da
pesquisa favorável a Dilma.
Segundo o governador, a eleição só se
define quando o povo começa de fato se envolver com a questão eleitoral.
“Quando é que o povo entra em campo na eleição? Cada vez mais junto da
eleição, quando faltam 120 dias, 90 dias aí é que a população se envolve
no tema eleição e começa a se posicionar”, enfatizou. (Diario de
Pernambuco)
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